07/09/2018

Bancários marcham contra as desigualdades no 24º Grito dos Excluídos



Movimentos sociais, sindicais e religiosos se uniram na manhã desta sexta-feira, 7 de setembro, para dar um basta aos privilégios. O 24º Grito dos Excluídos, realizado desde 1995, denunciou a desigualdade social que atinge a população brasileira.

Mais de 3 mil pessoas participaram da marcha, que saiu da Praça da Democracia - Derby, percorrendo a avenida Conde da Boa Vista. "Vida Em Primeiro Lugar - Desigualdade Gera Violência. Basta de Privilégio" foi o mote deste ano.

O Sindicato dos Bancários de Pernambuco não se furtou da luta e mais uma vez engrossou as fileiras da mobilização que marca o feriado da Independência.



"Os bancários sempre participam do Grito dos Excluídos porque aqui está a voz do povo. Aproveitamos o Dia da Independência do Brasil para dizer que ainda temos muitos excluídos no País. Denunciamos o desemprego, a fome, a miséria e as doenças que estão voltando no Brasil. Precisamos de um Brasil mais feliz. Então, enquanto houver desigualdade nós estaremos na luta", afirma a presidenta do Sindicato, Suzineide Rodrigues.

Dezenas de organizações participaram do ato. Entre elas a Central Única dos Trabalhadores, Marcha Mundial das Mulheres, Levante Popular da Juventude, Frente Brasil Popular, Fórum Dom Hélder Câmara, Movimento Sem Terra e partidos políticos do campo progressista.



Além de denunciar a exclusão de uma parcela da população, que não tem acesso a direitos fundamentais, como saúde e educação, os integrantes da manifestação fizeram críticas contra o governo do rejeitado presidente Michel Temer, os privilégios da elite opressora e a falência das instituições brasileiras.

O ato encerrou-se por volta do meio-dia, com um abraço simbólico ao redor do rio Capibaribe, que marcou a posição dos manifestantes contra a privatização das águas, bem como de qualquer patrimônio público do País.

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