Sequestro de bancários e destruição de agências no interior do estado

Dois bancários foram
usados como reféns em uma tentativa de assalto ao Banco do Brasil de
Camocim de São Félix, nesta quarta-feira, dia 3. Um dia antes, a
insegurança bancária deixou um rastro de destruição na cidade de
Santa Teresinha. Uma agência do BB e um posto de atendimento do
Bradesco foram destruídas por explosão. Segundo blogs locais, as
explosões cobriram de fumaça a avenida e os bandidos ainda saíram
atirando pelas ruas.

Na agência do BB, os vidros foram
estilhaçados, parte do forro do teto veio abaixo e móveis foram
destruídos. No Bradesco, a porta principal de vidro foi arremessada
com tal violência que abriu um buraco no teto da agência.

Camocim
de São Félix –
Em Camocim de São Félix, a tentativa de
assalto aconteceu nesta quarta, 3, no final do expediente. Uma
bancária estava de saída quando foi abordada pelos bandidos e
obrigada a entrar na agência.

O tesoureiro também foi feito
rendido, mas o assalto não chegou a se consumar, porque o cofre já
estava fechado e os bancários não tinham como abri-lo. Mesmo assim,
eles foram mantidos como reféns e forçados a acompanhar os
assaltantes, que só os liberaram na cidade vizinha.

A agência
não funcionou nesta quinta-feira 4 e o banco acionou o Programa de
Assistência a Vítimas de Assaltos e Sequestros (Pavas). Também se
comprometeu a emitir a CAT (Comunicação de Acidente de
Trabalho).

“Se com a legislação a favor da segurança
bancária ainda temos problemas na capital, no interior do estado a
situação é ainda pior, com agências muito mais inseguras”,
opina o secretário de Formação do Sindicato, João Rufino.


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