Banco Central assegura direitos dos funcionários do extinto Rural

Representantes dos
bancários se reuniram nesta terça-feira, dia 3, com o Banco
Central, em Brasília, para discutir a situação dos funcionários
do Banco Rual após a liquidação extrajudicial da empresa. Os
representantes do BC asseguraram os direitos dos trabalhadores e
explicaram os motivos da decisão do BC.

Durante o encontro,
os dirigentes sindicais cobraram do BC explicações sobre a decisão
de liquidar extrajudicialmente o Banco Rural. A instituição
informou que a situação do banco era insustentável e que ele já
estava sendo auditado, tendo sido definida então a opção pela
liquidação.

Os representantes dos funcionários pediram
também um posicionamento em relação à situação dos
trabalhadores do banco em todo o Brasil. Só em Pernambuco, o Rural
tem cerca de 60 funcionários. “A extinção do vínculo
empregatício exige que o banco pague o saldo de salários, férias
vencidas acrescidas de 1/3, férias proporcionais acrescidas de 1/3,
13º salário, aviso prévio incluindo o proporcional, depósito do
FGTS, multa do FGTS e demais benefícios previstos em convenção
coletiva”, enumera Wellington Trindade, secretário de Saúde do
Sindicato.

Segundo o BC, serão preservados todos os direitos
dos trabalhadores. “Os representantes do Banco Central disseram que
o Rural pagará todos os acertos com os funcionários até o valor de
150 salários mínimos”, conta Wellington.

Ainda conforme o
BC, os trabalhadores que não foram demitidos terão seus direitos
garantidos da forma prevista nas convenções e acordos coletivos
durante o processo de liquidação, tendo também garantido o
pagamento do acerto de até 150 salários mínimos no momento da
rescisão. O BC garantiu também que não haverá dispensa de
funcionários que estejam em qualquer tipo de estabilidade.  

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