
O Sindicato reuniu-se,
na última quarta-feira, dia 2, com bancários que possuem a função
de assistentes técnicos sociais da Caixa. Eles são os responsáveis
pela área social do setor de habitação do banco e atuam na
execução do “Minha casa, minha vida”. Esses bancários estão
mobilizados nacionalmente em defesa de uma pauta de reivindicações
específicas para aqueles que exercem essa função.
Na
reunião, representaram o Sindicato a secretária de Formação,
Anabele Silva; a secretária de Comunicação, Daniella Almeida; e o
diretor Dinarte dos Santos. Os três são empregados da
Caixa.
Anabele afirma que o Sindicato apoia o pleito dos
assistentes técnicos sociais da Caixa, pois ele integra uma das
grandes bandeiras do movimento sindical no banco: o fortalecimento da
sua função social.
“Os assistentes técnicos sociais
reivindicam, por exemplo, qualificação específica para a função,
pois trabalham com questões bem peculiares sem a devida capacitação.
Também pelas especificidades da área, pleiteiam a criação de um
novo cargo, o de coordenador da parte social da habitação”,
conta.
Outra preocupação do grupo, que está organizado
nacionalmente em uma associação, é o preenchimento das vagas
abertas com o programa de incentivo à aposentadoria da Caixa. Mais
de 3 mil empregados se aposentaram em todo Brasil neste ano; e o
número de funcionários, que já era insuficiente, tornou-se ainda
mais escasso.
Segundo os assistentes técnicos sociais, em
breve será lançada a 3ª fase do “Minha casa, minha vida”, e a
demanda de serviço aumentará, sem o número suficiente de
funcionários para realizar o trabalho.
Anabele explica que,
durante a Campanha Nacional dos Bancários, a prioridade do Sindicato
são as pautas gerais (como mais contratações e melhoria do piso
salarial), que beneficiam todos os empregados da Caixa. “Mas com
certeza as reivindicação dos assistentes técnicos sociais serão
levadas para mesas permanentes de negociação com Caixa”,
destaca Anabele.
Daniella Almeida lembra que a Caixa é o
único banco do país que possui papel social, entre suas funções,
por isso é essencial para um desenvolvimento mais igualitário do
Brasil. “O Sindicato está junto com os assistentes técnicos
sociais nessa luta. A Caixa é o único banco do país que possui uma
função eminentemente social, e isso precisa ser fortalecido”,
reforça a secretária de Comunicação.