



O
Sindicato vem realizando dezenas de reuniões e conversas nas
agências e departamentos dos bancos para preparar os trabalhadores
para as mobilizações da Campanha Nacional. Banco do Brasil de
Camaragibe; agências e departamentos do BB Marco Zero; BB da Barão
de Souza Leão; Caixa, BB e BNB da região do Cabo… essas são
apenas algumas das unidades que realizaram reuniões.
Para
a próxima semana, estão previstas conversas em agências da Zona
Norte, como Encruzilhada, Espinheiro, Casa Amarela e Casa Forte; do
Oeste da capital, como CDU, Afogados e Caxangá; e do município de
Olinda.
A
secretária de Comunicação do Sindicato, Daniella Almeida, conta
que ficou muito satisfeita com a disposição dos bancários para a
luta. “O pessoal tem acompanhado as informações sobre a Campanha
em nossos veículos de comunicação e o que a gente percebe é que
uma possível greve deve contar com ampla adesão da categoria”,
afirma Daniella.
Segundo
ela, várias reuniões partem da iniciativa dos delegados sindicais,
que ligam para a diretoria para agendar as conversas. No Cabo, a
iniciativa partiu do diretor João Batista, do Banco do Brasil.
Antes
mesmo de entrar na direção do Sindicato, ele era delegado sindical
bastante atuante na área: se reunia com os colegas de outros bancos,
criava grupos no Whats app para organização do movimento grevista.
Junto com o diretor do Sindicato Onésimo Reinaux, ele solicitou que
fossem realizadas reuniões nos bancos públicos do Cabo. Além de
João Batista e Daniella Almeida, a secretária de Finanças do
Sindicato, Jaqueline Mello, participou das conversas nas agências do
Cabo, nesta quarta (16).
No
Banco do Brasil, entre várias outras reuniões, a secretária-geral
do Sindicato, Sandra Trajano e os diretores Fábio Régis, Gilvan
Santana e Cléber Rocha realizaram reunião na agência de Camaragibe
nesta quinta (17); e nas agências e departamentos do BB Marco Zero
na quarta (16).
Segundo
Sandra, há muita gente nova no banco e é importante que eles
conheçam todo o processo de organização da Campanha Nacional, bem
como o histórico de luta da categoria. “Os trabalhadores estão
cientes de que esta vai ser uma campanha difícil. Mas eu faço
questão de ressaltar que, passado 1º de setembro, a gente não tem
nada. Tudo o que a gente conseguir vai depender da correlação de
forças. Não adianta fechar a porta da agência e continuar
trabalhando. Essa é uma atitude que só fortalece os banqueiros na
mesa de negociação”, diz Sandra.
No
BNB, entre as agências visitadas, o
Sindicato realizou reuniões em três unidades do prédio da Conde da
Boa Vista na terça-feira (15).