Para que os trabalhadores não tenham redução em sua remuneração, foi cobrado que seja paga Verba de Caráter Pessoal (VCP) a todos os funcionários de setores envolvidos em reestruturação. Além disso, a incorporação anual do equivalente a 10% de sua comissão ao salário do funcionário.
Quanto ao desvio de função, foi cobrado o pagamento de substituição ao bancário que ocupe o cargo esporadicamente devido a afastamento do superior hierárquico.
A manutenção dos auxílios refeição e alimentação durante licenças maternidade e de saúde também foi reivindicada. Atualmente só é pago o alimentação, comprometendo, por exemplo, a renda mensal de quem faz a junção dos valores no vale-alimentação.
Fim das perseguições – Os dirigentes sindicais reivindicaram, ainda, que não sejam mais assinaladas como faltas de greve as ausências de funcionários que aderem às paralisações por melhores condições de trabalho. Essa sinalização no prontuário é motivo de perseguição quando os bancários disputam cargos no TAO (Talentos e Oportunidades).
Saúde do trabalhador – A necessidade de adoção da pausa de dez minutos a cada 50 trabalhados e outras medidas de prevenção à saúde nas agências digitais também foi enfatizada pela comissão de empresa. Outra proposta foi que o banco adote medidas preventivas ao adoecimento dos funcionários e que, inclusive, arque com todas as despesas relativas a tratamentos psicológicos.
Os representantes do BB se limitaram a ouvir os argumentos dos dirigentes sindicais e afirmaram que avaliariam as propostas. Ainda não foi agendada nova rodada de negociação.
