Como os bancos ainda não apresentaram
proposta decente de valorização dos trabalhadores, categoria
permanece de braços cruzados desde o dia 6 de setembro; razões não
faltam! Escolha a sua e pare!
1 – Empregos: só neste ano, os
bancos extinguiram quase 8 mil postos de trabalho e se recusaram a
negociar qualquer proteção aos empregos bancários.
Veja orientações para e participe!
2 – Perdas salariais: o reajuste
proposto pelos banqueiros nem mesmo repõe a inflação.
Bancos dizem NÃO para os bancários!
3 – Abono não é remuneração: o
abono proposto pela Fenaban é pago apenas uma vez e não incide nas
férias, 13º salário, FGTS, vales, auxílios e previdência.
Veja as reivindicações da
categoria
4 – O setor mais lucrativo: segundo a
consultoria Economatica, entre 25 setores pesquisados, os bancos
foram os que mais lucraram no 1º trimestre do ano.
Acompanhe a greve pelas redes sociais
5 – PLR: BB, Caixa, Itaú, Bradesco e
Santander, que compõem a mesa de negociação, ignoraram a
reivindicação dos bancários e, apesar de terem chegado a R$ 29,7
bilhões de lucro, querem manter a mesma regra de 2015 para a
Participação nos Lucros e Resultados.
Agenda e resultados das negociações
6 – Vale-refeição na
licença-maternidade: mesmo que signifique pouco para os bancos, que
têm subsídio de 40% no valor, disseram não a essa reivindicação
que seria de grande importância para as mães bancárias.
Não caia na boataria dos bancos
7 – Vida de bancário não é moleza:
assédio moral, cobrança por metas, adoecimento, sobrecarga de
trabalho, terceirização. Os bancos não fizeram nenhuma proposta
para melhorar as condições de trabalho.
Demissões prejudicam atendimento à
população
8 – Desigualdade entre homens e
mulheres: mesmo representando um setor onde mulheres ganham em média
22,1% a menos que homens, e encontram mais dificuldades na ascensão
da carreira, a Fenaban mais uma vez quer adiar este debate para uma
mesa temática.
Tem alguma denúncia? Mande via
WhatsApp. Sigilo total!
9 – Auxílio-creche/babá: bancos
querem reajustar em 6,5% o valor atual de R$ 337, que iria para R$
359. Porém, creches públicas não dão conta e empresas, por lei,
têm de disponibilizar ou pagar creche para filhos dos funcionários.
A reivindicação da categoria é que o valor seja de R$ 880.
10 – Responsabilidade social: no
momento que o Brasil atravessa, o setor mais lucrativo do país
deveria contratar mais funcionários e injetar dinheiro na economia a
partir da justa valorização dos seus trabalhadores. E não o
contrário, como os bancos insistem em fazer.
SÓ A LUTA TE GARANTE!