![]()
Os
ataques aos direitos da classe trabalhadora comandados pelo governo
ilegítimo de Michel Temer não abalaram os bancários, muito pelo
contrário. A plenária de votação do Plano Nacional de Luta
demonstrou que o segmento está, mais do que nunca, fortalecido para
enfrentar os desafios já postos. Entre destaques, polêmicas e
declarações de votos, o terceiro e último dia da 19ª Conferência
Nacional dos Bancários é marcado pela construção coletiva
ambientada no exercício democrático.
O
documento final reúne 117 propostas que contemplam questões
específicas da categoria como a defesa dos bancos públicos, a manutenção do emprego e a Campanha 2018; bem como se ampliam para as
grandes temas nacionais relativos à deposição de Temer, à
realização de eleições diretas e à anulação das reformas
trabalhista e previdenciária. Unidade
entre as centrais sindicais, definição de calendário de atuação
e indicação de greve geral foram temas amplamente debatidos no dia
de hoje(30).
![]()
Foto: SEECSP
Em
três dias de evento, cerca de 400 participantes de sindicatos do
ramo financeiro de todo o país discutiram conjuntura política
nacional e internacional, a proteção do
Emprego frente às novas tecnologias,
a defesa dos bancos públicos, terceirização, reforma trabalhista,
entre outros. Hoje as lideranças retornam para suas bases com o
Plano de Lutas que animará suas atuações.
A
presidenta do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, Suzineide
Rodrigues fez, um balanço da conferência. “Foram dias de amplos
debates e intensa produção. Com o planos em mãos vamos animar as
ações nos nossos espaços em articulação regional e nacional.
Saímos daqui fortalecidos para enfrentar os golpistas e afirmar os
direitos dos bancários e de toda a classe trabalhadora. Só a luta
nos garante!”, avaliou. Ela destaca ainda que será apresentada à
Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), já neste mês de agosto,
as demandas específicas da categoria. “Exigiremos a manutenção
do nosso Acordo Coletivo de Trabalho e a valorização profissional.
E não aceitaremos nenhum direitos a menos!, concluiu.