Bancários transferidos para Itaú devem manter conquistas

A
migração dos empregados do Citbank para o Itaú é uma das questões
mais relevantes do debate que vai realizar-se na reunião marcada
para o próximo dia 30 de janeiro entre a Comissão de Organização
dos Empregados do Itaú (COE) e a direção do banco.

Por
se tratar de uma sucessão, os mais de 2.900 trabalhadores
transferidos devem manter os direitos conquistados após migração
para a nova empresa.

A
adesão ao novo plano de saú- de já foi debatida em 2017. O Itaú
dispõe de duas opções, com condições específicas e participação
do trabalhador com o pagamento de uma fração do valor total do
contrato, variando conforme o número de dependentes e a faixa
etária. Neste caso, o funcionário pode optar pela Unimed Nacional
ou pela Fundação, tendo o prazo de 30 dias para a escolha.

“Aconselhamos
que os transferidos considerem a cobertura, a rede de hospitais e os
especialistas disponíveis em cada uma das opções. Caso aceitem,
indiquem os profissionais que os acompanham para que o plano possa
incluí-los”, orienta o secretário de Bancos Privados, Adeilton
Filho.

Na
última reunião ocorrida em 2017 entre o COE e a direção do Itaú,
foram abordados assuntos relativos às cláusulas 62ª e 65ª de
Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) que precisam ser
aperfeiçoadas. “Já que é de interesse direto da comissão
preservar a qualidade de vida dos bancários, que sejam observadas as
questões relativas à saúde física, mental e financeira”,
conclui Adeilton. 

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