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Previsto na lei da
reforma trabalhista, o fim da ultratividade tornou a Convenção
Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários válida até 31 de
agosto. Assim, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) deve
apresentar respostas para as reivindicações da categoria na mesa de
negociação que se realiza hoje (1º). Em pauta as cláusulas
econômicas, cujos lucros cada vez mais altos dos bancos possibilitam
assegurar o aumento real e Participação nos Lucros e Resultados
(PLR) maior.
Já foram
realizadas quatro rodadas e os bancos não deram respostas concretas
à maioria das reivindicações da categoria.
“Nossa
expectativa para hoje é de que a Fenaban apresente enfim um conjunto
concreto de proposta que vá ao encontro às demandas da categoria.
Caso contrário, vamos usar todas as nossas armas para garantir
nossos direitos. Para isso, toda a categoria deve se manter unida e
mobilizada”, ressalta a presidenta do Sindicato dos Bancários de
Pernambuco, Suzineide Rodrigues.
Entre as principais
reivindicações, destacam-se a manutenção da CCT com validade para
toda a categoria, independentemente da remuneração do bancário; a
garantia dos empregos e a valorização, com aumento real e PLR
maior.
Confira as
negociações anteriores com a Fenaban
> 1ª rodada:
Iniciada
hoje (28) a primeira rodada de negociação da Campanha Nacional 2018
> 2ª rodada:
Bancários
reafirmam ultratividade em segunda mesa de negociação da Campanha
2018
> 3ª rodada:
> 4ª rodada:
Setor
que mais lucra no Brasil se recusa garantir empregos na CCT