Sindicato mobiliza bancários da capital e interior do Estado para Campanha 2018

Com
a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) válida até o dia 31 de
agosto, o Sindicato dos Bancários de Pernambuco esteve visitando,
nesta quarta-feira (1), diversas agências do Recife e de Vitória de
Santo Antão, Interior de Pernambuco, para alertar os bancários
sobre o desmonte imposto pelo governo, bem como mobilizar a categoria
para Campanha Nacional Unificada 2018.

O
secretário de Esporte, Cultura e Lazer, Adeilton Filho, que esteve
nas agências da capital, reforça a importância de manter a
categoria em alerta.

“Mais
do que nunca é hora de unir nossas forças e não abrir mão dos
nossos direitos. O risco é real, mostrando que os banqueiros não
estão querendo abrir mão de mais lucros, apesar das exorbitantes
arrecadações. Essa é uma das mais importantes campanhas da
categoria, já que podemos perder tudo que já conquistamos”,
ressalta.

No
Recife, os diretores do Sindicato começaram o dia visitando a
agência da Caixa – Teatro Marrocos. As visitas seguiram pelas
agências Itaú, Santander e Bradesco, localizadas na Av. Dantas
Barreto; Banco Losango, localizado na Rua do Fogo; e Banco Bradesco,
da Rua Imperador.

Durante
os diálogos com os bancários e os clientes, os principais pontos
abordados estavam a importante rodada de negociação desta
quarta-feira, em São Paulo, entre o Comando Nacional dos Bancários
e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), com destaque na
ultratividade, melhores condições de trabalho e maior Participação
nos Lucros e Resultados (PLR).

No
município de Vitória de Santo Antão, os dirigentes dialogaram com
os clientes e funcionários da Caixa, Banco do Brasil, Banco do
Nordeste, Santander, Bradesco e Itaú. Agências superlotadas e
precárias condições de trabalho revelam a política de ataque aos
direitos dos trabalhadores.

O
secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato, João Rufino,
destacou que caso as reivindicações da Campanha Nacional não sejam
atendidas a deflagração da greve será necessária. “Estamos
na fase final das negociações com a Fenaban e o que está em jogo
são todos os direitos que conquistamos na nossa CCT. Se chegarmos a
data-base da nossa categoria sem acordo assinado, não temos
assegurado direitos como a PLR, tíquete-refeição, auxílio-creche,
entre outros”, afirma.

Os
usuários do sistema financeiro também foram convidados a apoiar a
mobilização dos bancários em defesa dos bancos públicos. “O
papel social dos bancos públicos deve ser preservado. E a nossa
Campanha Nacional não é apenas por salário, mas também contra a
privatização da Caixa, BB e Banco do Nordeste. Por isso, contamos
com a compreensão e apoio de todos”, concluiu o dirigente
sindical, Flávio Coelho.

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