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A presidenta do Sindicato, Suzineide Rodrigues, participa hoje (16) da
reunião do Comando Nacional dos Bancários e Bancárias do Brasil,
em São Paulo (SP). Na ocasião, apresenta a decisão da assembleia
local que rejeitou por unanimidade a proposta da Federação Nacional
dos Bancos (Fenaban) para a Campanha 2018, bem como aprovou estado de
greve.
Nesta
sexta-feira(17) os bancos devem apresentar na sétima rodada de
negociação uma nova proposta que será avaliada pelo Comando para
decisão sobre sua aprovação ou rejeição e consequente indicação
de greve por tempo determinado.
Na
última mesa realizada no dia 7 de agosto, os banqueiros apresentaram
uma proposta que previa apenas a reposição da inflação, medida
pelo INPC/IBGE, para salários, pisos e demais verbas, como
Participação nos Lucros e Resultados (PLR), vale-alimentação,
vale-refeição, auxílio-creche/babá e sem aumento real.
“Os
representantes dos bancos nem sequer asseguraram ainda itens
fundamentais de nossa pauta, tais como a manutenção dos empregos e
a não adoção das novas formas de contratação precárias
previstas na ultrajante lei trabalhista. Não vamos aceitar retirada
de direitos de um setor que cresceu quase 34% em 2017 com o nosso
trabalho”, destaca a presidenta do Sindicato, Suzineide
Rodrigues.
Proposta rebaixada
Apresentada
no dia 7, a proposta da Fenaban previa acordo de quatro anos com
reposição da inflação a cada data base da categoria (1º de
setembro). Para 2018, o reajuste seria de 3,82% (projeção do INPC
entre 1º de setembro de 2017 e 31 de agosto de 2018). Os
representantes dos bancários já deixaram claro: acordo de quatro
anos só com garantia de empregos. Os bancos ainda pretendem alterar
cláusulas da CCT da categoria, segundo eles, para garantir segurança
jurídica, mas não apresentaram a redação das modificações.