O Ministério Público
negou todos os pedidos de protelação do prazo para que os bancos se
adequem à Lei 17.647, que amplia as exigências de equipamentos de
segurança nas agências do Recife. E, na próxima semana, vai
encaminhar ao juiz o pedido para que sejam cumpridas as penalidades
previstas por descumprimento da Lei.
Em audiência realizada
nesta sexta-feira, dia 16, o Sindicato lembrou que o Itaú está
retirando portas com detector de metais e e implantando um novo
modelo, que fragiliza ainda mais a segurança nas agências. No
Bradesco, várias agências, principalmente no interior, também não
têm portas de segurança e não há rendeiros para substituir os
vigilantes na hora do almoço.
Também foi denunciada a
precariedade nas unidades do interior, sobretudo os chamados Postos
de Atendimento Avançados do Bradesco, que funcionam sem um mínimo
de estrutura. “Lembramos, ainda, a quantidade de trabalhadores que
estão sofrendo transtornos físicos e psíquicos por conta dos
assaltos e da vulnerabilidade da segurança”, acrescenta o
secretário de Saúde do Sindicato, João Rufino.
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