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A
delegação eleita na 14ª Plenária Estadual – Congresso Estadual
Extraordinária da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco
(CUT-PE) segue para o encontro nacional levando um conjunto de
propostas construído e aprovado democraticamente na ocasião. As
proposições devem compor o novo plano estratégico da organização
para enfrentar os desmontes dos direitos da classe trabalhadora em
curso, tendo em vista a construção de uma nação mais justa e
fraterna.
Agenda
que ocorre em São Paulo(SP), de 27 a 30 de agosto, conta com a
participação de centenas delegados de todo o país, sendo 34
lideranças sindicais filiadas à CUT-PE, das áreas urbanas e
rurais, dos setores privados e públicos, entre elas, o Sindicato dos
Bancários de Pernambuco.
Encerrada
neste sábado (22), a plenária estadual contou com a participação
de mais de 300 pessoas que debateram e construíram diretrizes e
proposições tomando como base a atual conjuntura política nacional
e internacional de crescimento de setores ultraliberais e
conservadores da sociedade e a consequente extirpação dos direitos
das trabalhadoras e trabalhadores e a minimização do Estado. Na
ocasião, foram aprovadas dezenas de propostas, que juntamente às
contribuições dos demais congressos estaduais, devem basear a
elaboração do novo Plano de Ação da CUT-Nacional.
Para
o presidente da CUT-PE, Carlos Veras, o resultado da plenária é
positivo. “Foi um momento bastante rico em debate e construção de
propostas. Saímos daqui com as esperanças renovadas e com a certeza
de que, apesar das sucessivas derrotas impostas pelos golpistas, a
união de toda a classe trabalhadora nos garantirá a vitória”,
acredita.
Corrobora
da mesma opinião a presidenta do Sindicato dos Bancários de
Pernambuco, Suzineide Rodrigues, ressaltando a necessidade da
participação da categoria no processo. “Nós bancários
precisamos nos somar à luta porque os impactos das reformas
ultraliberais já causam impactos no nosso setor com o fechamento de
centenas de agências e desligamento e demissões de milhares de
trabalhadoras e trabalhadores nos processos de desmonte dos bancos
públicos e a terceirização do trabalho nos bancos privados”,
afirma.