Cada vez mais sobrecarregada, a
categoria bancária figura entre as mais
adoecidas do Brasil. O trabalho nos
bancos levou a 5% dos afastamentos
por doença, entre 2012 e 2017. O setor
é o que mais gera gastos ao Instituto
Nacional do Seguro Social (INSS):
6% do total de recursos para afastados
ocorrem em consequência do modo
de gestão dos bancos.
“Com as demissões nos bancos privados
e os sucessivos programas de
aposentadoria e desligamento voluntário,
a quantidade de trabalho para
os bancários que permaneceram na
ativa aumentou significativamente,
assim como a cobrança de metas. Por
isso, a garantia do emprego e melhores
condições de trabalho estão na
pauta da Campanha Nacional Unificada
2018”, afirma a presidenta do
Sindicato, Suzineide Rodrigues.
e os sucessivos programas de
aposentadoria e desligamento voluntário,
a quantidade de trabalho para
os bancários que permaneceram na
ativa aumentou significativamente,
assim como a cobrança de metas. Por
isso, a garantia do emprego e melhores
condições de trabalho estão na
pauta da Campanha Nacional Unificada
2018”, afirma a presidenta do
Sindicato, Suzineide Rodrigues.
De acordo com o balanço divulgado
pelos próprios bancos, o número
de clientes por empregado aumentou
13,3% no Bradesco; 6,9% no Santander;
14% na Caixa; 6,9% no Itaú;
6,7% no Banco do Brasil.
pelos próprios bancos, o número
de clientes por empregado aumentou
13,3% no Bradesco; 6,9% no Santander;
14% na Caixa; 6,9% no Itaú;
6,7% no Banco do Brasil.
“Os bancos adoecem os seus funcionários
devido à pressão no trabalho
e depois demitem de forma
arbitrária. Não vamos aceitar que
essa má conduta se torne uma prática
comum. Antes de sermos bancários,
somos humanos, e temos direito à
saúde”, conclui.
devido à pressão no trabalho
e depois demitem de forma
arbitrária. Não vamos aceitar que
essa má conduta se torne uma prática
comum. Antes de sermos bancários,
somos humanos, e temos direito à
saúde”, conclui.