
Tudo pronto para a quarta edição da Festa do
Chopp do Dia dos Bancários. O evento ocorrerá no último sábado deste mês,
27, a partir das 11h, no clube de campo
da categoria em Aldeia.
O bancário que deseja participar da
comemoração basta adquirir a caneca personalizada da festa por apenas R$ 20 e
consumir chopp à vontade. Para os que não bebem ou motoristas da vez, a pedida
é encher a caneca de refrigerante ou água. Também será servida uma deliciosa
feijoada a preço popular.
A animação será garantida por duas bandas:
uma de samba, “Pegada de moleque”, e outra de ritmos diversos,
“Interalta”, as mesmas que agitaram o evento no ano passado. O fim da
festa está previsto às 18h.
“Essa é mais uma iniciativa que já faz parte
do nosso calendário de atividades. O sucesso tem se repetido a cada ano. Temos
certeza de que essa festa, mais uma vez, será inesquecível. Estamos provando
que além de conduzir a luta dos trabalhadores nós também podemos desfrutar
desse convívio festivo junto aos companheiros. Por isso é que nós reforçamos o
convite para que todos os bancários e familiares venham comemorar juntos o
nosso dia”, afirma o secretário de Cultura, Esportes e Lazer, do Sindicato,
Fábio Sales.
Ônibus– Para evitar que os bancários dirijam depois de beber, o
Sindicato disponibilizará três ônibus para ida e volta do Clube de Campo, que
fica no km 14,5 da estrada de Aldeia.O esquema de transporte funcionará da mesma forma como ocorreu na festa do São João. Cada bancário ou bancária sindicalizado (a) terá direito a até cinco pulseiras, que serão distribuídas na administração até o dia 24 de agosto, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Somente os titulares podem retirar as pulseiras.
O ônibus sairão da sede do Sindicato, na
avenida Manoel Borba, para o Clube de Campo, às 09h30 e às 10h. Na volta, todos os ônibus sairão às 19h. Os
interessados devem se inscrever até o dia
24 de agosto pelos telefones (81) 3316-4226 e 3316-4238 (falar com Chico Ferreira ou com Vera Vasco).
Histórico – O dia 28 de agosto foi escolhido para ser o Dia dos Bancários
por representar um símbolo de resistência e organização da categoria. Foi nesta
data, em 1951, que os bancários realizaram uma assembleia geral que deu início
a maior greve da história da categoria, com 69 dias de duração.
Os bancários reivindicavam um reajuste de
40%, salário mínimo profissional e adicional por tempo de serviço. Eles foram
duramente reprimidos, com prisões e agressões, pois estava em vigor a lei
instituída pelo Governo Dutra, que proibia a realização de greve.
Mesmo com a repressão, por meio dessa greve,
os bancários conseguiram um reajuste de 31% e motivaram-se para criar o DIEESE
(Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos).