|
A greve nacional dos bancários chega nesta terça-feira a 29 dias sem O Comando Nacional reunido na última quinta-feira (29) de setembro recusou a proposta de reajuste salarial rebaixada e mantida pelos bancos. Resolveu também chamar uma assembleia nacional para dizer aos bancários e bancárias em que pé estão as negociações e perguntar quais os rumos tomaremos. É evidente que a categoria está enfrentando uma greve política e resultante das recentes mudanças na conjuntura brasileira. No Rio Grande do Sul a greve se mantém forte e a população tem enfrentado dificuldades para obter serviços bancários personalizados. Conforme levantamento da Fetrafi-RS, 1.042 agências fecharam nesta segunda-feira (3). Na agenda desta terça, em Porto Alegre, às 10h o SindBancários fará concentração para ato de fortalecimento da greve frente ao Santander Cultural, no Centro Histórico, às 12h. Fenaban não apresentou nova proposta Até o momento a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não apresentou nova proposta salarial com aumento real de salário. Os representantes dos banqueiros ofereceram 7% de reajuste no piso e nas verbas salariais (auxílios e vales) e abono de R$ 3,5 mil. O índice proposto pela Fenaban é 2,62% abaixo da inflação, que foi de 9,62%. Sugeriram ainda que o acordo seja fechado também para o próximo ano, quando garantem a reposição da inflação e 0,5% de aumento real. Os bancários seguem com sua mobilização e pedem à Fenaban índice de 14,78% (inflação mais 5% de aumento real), PLR de três salários mais R$ 8.317,90 e piso de R$ 3.940,24.
|