Em reunião com os representantes dos bancários nesta quarta-feira,10, diretores do HSBC informaram que os anúncios feitos pelo presidente mundial do banco, Stuart Gulliver, foram mal compreendidos e distorcidos, e que não haverá demissão em massa de bancários no Brasil. A reunião foi realizada depois de paralisações realizadas na terça em vários estados do país, após o anúncio sobre a saída do banco. Em Pernambuco, a atividade atingiu as unidades da Agamenon e Caxangá.
>> Paralisações de trabalhadores do HSBC pelo País forçam reunião com o banco
Participaram da reunião desta quarta o diretor de relações trabalhistas do HSBC, Marino Rodília, e Juliano Marcílio, diretor de RH. Segundo eles, a decisão de deixar de operar no Brasil e na Turquia faz parte da estratégia global da empresa. Afirmaram que há um processo normal de venda e que pretendem manter os empregados e entregar o banco operando normalmente, até que os novos controladores assumam. Os bancários permanecerão e passarão a ter um novo comando.
“O HSBC precisa dos funcionários para entregar o banco em boas condições. Não vejo preocupação em reduzir quadros no Brasil, pois temos preocupação em apresentar o grau de maturidade e eficiência da equipe.” destacou Juliano Marcílio.
O HSBC se comprometeu a fazer reuniões a cada quinze dias com a Contraf-CUT para informar como anda o processo de venda do banco.
“Dissemos aos representantes do banco que o processo de venda não deve trazer intranquilidade nem colocar em risco o emprego dos trabalhadores. O compromisso de fazer reuniões a cada quinze dias é um bom começo, mas ainda falta muito para proteger os empregos dos bancários do HSBC” afirmou Roberto Von der Osten, presidente da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos TRabalhadores do Ramo Financeiro).
“Nós vamos acompanhar passo a passo a situação dos bancários. É importante que todos estejamos atentos e mobilizados para garantir que não vá haver demissões nem perda de direitos”, ressalta o diretor do Sindicato e da Contraf-CUT, Alan Patrício, que é funcionário do banco.
“Dissemos aos representantes do banco que o processo de venda não deve trazer intranquilidade nem colocar em risco o emprego dos trabalhadores. O compromisso de fazer reuniões a cada quinze dias é um bom começo, mas ainda falta muito para proteger os empregos dos bancários do HSBC” afirmou Roberto Von der Osten, presidente da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos TRabalhadores do Ramo Financeiro).
“Nós vamos acompanhar passo a passo a situação dos bancários. É importante que todos estejamos atentos e mobilizados para garantir que não vá haver demissões nem perda de direitos”, ressalta o diretor do Sindicato e da Contraf-CUT, Alan Patrício, que é funcionário do banco.