Reforma trabalhista motiva greves

No primeiro trimestre
de 2018, trabalhadores de diversos segmentos, inclusive os bancários,
realizaram as primeiras greves com itens reivindicatórios
relacionados à implementação da reforma trabalhista. Em fevereiro,
apenas uma mobilização mencionava a reforma e em março o número
subiu para sete.

As greves e
paralisações foram realizadas por trabalhadores da indústria
metalúrgica, da construção, bancários, empregados da segurança
privada e do comércio de combustíveis.

Os vigilantes
conseguiram com mobilização impedir a tentativa dos empresários de
rebaixarem a Convenção Coletiva na data-base. “Esse é um exemplo
da força da mobilização das trabalhadoras e dos trabalhadores. A
categoria bancária também está discutindo os impactos da reforma
trabalhista e antecipou a Campanha Nacional para que no dia 31 de
agosto, data de vencimento da CCT vigente, um novo acordo já esteja
firmado”, destaca a secretária-Geral do Sindicato dos Bancários
de Pernambuco, Sandra Trajano.

Entre os itens que a
categoria bancária luta para manter na vigência da reforma
trabalhista, figuram a defesa da CCT; da Mesa Única de negociações
dos bancos públicos; do emprego dos bancários; da manutenção das
homologações nos sindicatos; e da contribuição negocial como
mecanismo de participação da categoria na sustentabilidade das
entidades.  

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