Tal tentativa, prossegue Magda, faz parte da cartilha de um movimento mundial, perpetrado por um “capitalismo sem teias”. “Essa reforma representa um retrocesso aos tempos mais arcaicos do Brasil, nos quais os jagunços tinham vez. Além disso, é preciso deixar claro que, ao contrário do que apregoam o governo e o patronato, a reforma não cria empregos. Antes, os tornam ainda mais precários. Isso sem falar que a proposta de reforma tem grandes inconstitucionalidades, como a criação de obstáculos para que as pessoas tenham acesso à Justiça do Trabalho”, defendeu.